terça-feira, 14 de julho de 2015

O QUE É CIPA

Hoje conheceremos o que é CIPA. Veremos quando surgiu, por que é obrigatória, para que serve, e outras situações pertinentes a esse assunto.
A CIPA é muito importante para o bom andamento das questões de Segurança do Trabalho na empresa. Quando CIPA e SESMT conseguem trabalhar em parceria o resultado sempre é positivo.

O que é CIPA

CIPA é uma comissão formada por empregados da empresa para trabalhar em busca de saúde e segurança do trabalho. A norma que regulamenta a CIPA nas empresas é a NR 5.
O membro da CIPA é um funcionário que divide o seu tempo de trabalho entre exercer a função para o qual foi contratado e exercer o trabalho voluntário de prevenção. Para conseguir realizar esse nobre trabalho a CIPA usa várias ferramentas, veremos sobre elas no decorrer desse artigo.

História da CIPA

Surgimento no mundo
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA surgiu a partir da Revolução Industrial na Inglaterra, segunda metade do século XVIII, em decorrência da chegada das máquinas nas empresas e do aumento do número de acidentes e lesões, bem como da necessidade de um grupo que pudesse apresentar sugestões para corrigir possíveis riscos de acidentes no trabalho.
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Surgimento no Brasil
A CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes nasceu em 1944 mas precisamente no dia 10 de Novembro, durante o governo Getúlio Vargas. Coube a ela dar os primeiros passos para a implantação da Segurança do Trabalho no Brasil.
Em empresas estrangeiras que prestavam serviço no Brasil já existiam CIPA como as de geração e distribuição de energia elétrica, Light and Power, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e então, adotando esse modelo nasceu a CIPA no Brasil.
Em 1953, a Portaria Nº 155, que regulamentou as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes de fato.


Para que serve a CIPA?

O objetivo das ações da CIPA é “observar e relatar as condições de risco no ambiente de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos”. Portanto sua missão é preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores.
Seu papel mais importante é o de estabelecer uma relação de diálogo e conscientização entre os integrantes da empresa, ela deve ser a ponte que liga direção e empregados. E de forma criativa e participativa deve opinar na forma como os trabalhos são realizados, objetivando sempre melhorar as condições de trabalho, visando à humanização do trabalho e conseqüente melhoria nas condições de trabalho.
  

Como a CIPA é formada?

É formada por representantes dos empregadores e dos empregados de forma paritária, ou seja, partes iguais, se existirem 3 eleitos, existirão 3 designados pelo empregador.
Essa formação tem que obedecer ao Quadro I da NR 5 como já foi dito.
Depois do dimensionamento feito a partir do Quadro I  começa todo o processo eleitoral e consequente implantação da CIPA.  
Veja mais sobre o dimensionamento em “Dimensionamento de CIPA

Quanto dura o mandato da CIPA: O mandato da CIPA tem duração de um ano.

Quando devo ter CIPA em minha empresa?
Diferente do que muitos imaginam constituir CIPA é obrigação de todas as empresas. Para algumas empresas como é o caso das metalúrgicas, basta ter 20 funcionários para ser necessário implantar uma CIPA.
Mas e se essa mesma empresa só tiver 10?
Vejamos o que o texto da NR 5.6.4: Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva.
Como mostrou o texto da NR, quando a empresa não se enquadrar no Quadro I, ou seja, não precisar ter processo eleitoral, a empresa deverá designar uma pessoa para cumprir as ações da CIPA, é o chamado “Designado de CIPA”.
Veja mais em Designado de CIPA.

Como definir o número de membros da CIPA? O número de membros da CIPA é definido através do dimensionamento previsto na NR 5. Esse dimensionamento leva em consideração a quantidade de empregados e o CNAE da empresa.

Funcionário em período de experiencia podse candidatar a cargo de CIPA?
Pode. Porém, já que o contrato de trabalho dele tem validade por causa do período de experiência (no máximo 90 dias segundo a CLT), a estabilidade só o alcançará após esse prazo.  Então após concluir o período de experiência o contrato de trabalho passará a ser por tempo indeterminado, e com isso ele passará a ter estabilidade como todos os membros eleitos.

Estagiário pode se candidatar na CIPA?
Não, pois o mesmo não é considerado “funcionário”. A propósito, o mesmo não pode nem votar na CIPA.
O vínculo do estagiário com a empresa não lhe permite conhecer profundamente a empresa quanto deveria, afinal, normalmente a permanência deles na empresa é bem pequeno. Normalmente um período pré determinado. 

Por quantos mandatos o membro da CIPA pode ser reeleito? Pode ser  reeleito apenas uma vez. NR 5 item 5.7.

Quem pode ministrar treinamento da CIPA
O treinamento da CIPA pode ser realizado pelo Técnico em Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, ou qualquer ou membro do SESMT, também por entidade ligada ao sindicato da categoria, ou por profissional que possua conhecimento sobre os temas ministrados. Temas esses, que estão listados na NR 5 item 5.32
A CIPA deve ser ouvida sobre quem ministrará o treinamento e esse procedimento deve constar na Ata de Reunião Ordinária.
Se o treinamento não atender aos itens mencionados o MTE poderá solicitar que sejam acrescentados os itens faltantes ou solicitar que seja ministrado outro curso (treinamento), NR 5.37. 

Principais atribuições da CIPA

– Discutir e ajudar na investigação dos acidentes ocorridos, na empresa e de trajeto;
– Sugerir medidas de prevenção e neutralização dos riscos no ambiente de trabalho, que se julguem necessárias;
– Promover a divulgação e zelar pela observância das normas de segurança do Ministério do Trabalho, como as normas de segurança da empresa;
– Promover o interesse dos empregados pela preservação de acidentes e doenças ocupacionais, ser contagiador das questões de segurança;
– Realizar inspeções de segurança na empresa, seja por causa de denúncia dos empregados, do empregador ou iniciativa própria. Relatar os riscos encontrados ao empregador e SESMT para que os mesmos tomem as medidas de correção necessárias;
– Promover anualmente em conjunto com o SESMT (onde houver) a Semana Interna de Prevenção de Acidentes – SIPAT;
– Participar anualmente em conjunto com a empresa de campanhas de prevenção a AIDS; 
– Participar das reuniões ordinárias (mensais), e extraordinárias (quando houver caso de riscos eminente – risco de morte);
– Registrar as reuniões mensais em livro próprio e entregar e entregar cópias aos membros da CIPA e empregador;
– Solicitar cópia das CAT’s emitidas e discuti-las nas reuniões mensais; 

– Sugerir cursos, melhorias e adequações no ambiente de trabalho sempre que necessário;
– Participar com o SESMT (onde Houver) das investigações de acidentes de trabalho, causas e fontes de risco. E acompanhar a implantação das medidas corretivas;
– Requisitar ao empregador e analisar informações que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores;
– Requerer do SESMT (onde houver) e do empregador a paralisação de máquina ou setor que considere haver risco grave e eminente (risco de morte) a saúde e vida do trabalhador;
– Colaborar na elaboração e implantação dos programas de saúde da empresa, PPRA, PCMSO e outros programas relacionados a saúde no trabalho;
– Elaborar Mapa de Riscos da empresa em parceria com o SESMT (onde houver), na ocasião entrevistar funcionários sobre riscos encontrados no ambiente de trabalho; 

Funções dos envolvidos na CIPA
– Presidente: Representante do empregador e indicado por ele;
– Vice-Presidente: Representante dos empregados (eleito por voto direto);
– Secretário e Vice-Secretário: São escolhidos em comum acordo entre os representantes dos empregados (votados)  e do empregador (indicados);
– Membros da CIPA: Representantes dos empregados (votados) e do empregador (indicados).

O que faz o designado da CIPA?
E sendo o Designado a própria CIPA da empresa, é natural dizer que ele cumprirá as ações da CIPA. Com ressalva das reuniões, afinal, é impossível fazer reuniões sozinho.
As outras atribuições ele poderá executar naturalmente, ao invés de Ata de Reunião, ele poderá documentar as inconformidades no local de trabalho, usar Check lists e relatórios coletando a assinatura do empregador ou responsável no documento. Isso é ser atuante! 😉
Pode também opinar na escolha dos EPI utilizados na empresa conforme determina a NR 6, no item 6.5.1. 
Também é importante frisar que o designado da CIPA não tem direito a estabilidade no emprego, a estabilidade é só para o membro eleito, segundo a NR 5.8. 
Antes de assumir a função o designado deverá passar pelo curso da CIPA. Curso esse que tem duração de 20 horas, segundo a NR 5.34. 
As atribuições da CIPA na íntegra estão na NR 5.16 da letra “a” até a “p” (Confira nesse Link)

Devo protocolar a CIPA no SRTE?
Isso não é mais necessário.
Após a alteração na NR 5 (em 2011) toda documentação relacionada a CIPA deve ficar na empresa a disposição da fiscalização do MTE  (Ministério do Trabalho e Emprego). Só isso basta para cumprir a lei.
Comunicar início do processo eleitoral ao sindicato é obrigatório: Sim segundo a NR 5, no item 5.38.1 é obrigatório! E a empresa precisa encontrar formas de fazer. No artigo, Comunicar o processo eleitoral CIPA ao sindicato é obrigatório mostramos como fazer a comunicação.

Quando um membro eleito sai da CIPA como posso colocar outro no lugar?
Nesse caso poderá colocado um dentre os candidatos que foram votados e não eleitos. Deverá ser observado a ordem  decrescente dos votos do processo eleitoral.
O motivo da saída e da entrada  deve constar na ata de reunião da CIPA. NR 5.31.
Quando não tiver outros nomes dispostos na sequencia deverá ser realizada outra eleição em processo extraordinário. Vale ressaltar que o mandato deverá ser compatibilizado com os outros membros. NR 5.31.3.1.
E se algum membro designado pelo empregador sair da CIPA?
A saída deve ser documentada sendo discutida na ata de reunião da CIPA.
O empregador precisará indicar outro empregado para o lugar vago. Vale lembrar que todo empregado que for entrar na CIPA precisa passar pelo treinamento de CIPA segundo a NR 5. 
A entrada precisa ser documentada no formulário de indicação/designação e o tema também precisa ser discutido e documentado na ata de reunião da CIPA.
  
Em quais situações se pode encerrar as atividades da CIPA?
Somente quando a empresa for fechar ou seja, encerrar suas atividades, segundo nos mostra a NR 5.15. e Enunciado 339 item II do TST.

Atribuições dos funcionários na CIPA 
Eles devem participar das eleições do cipeiros que são seus representantes.
Comunicar a CIPA e a SESMT (onde houver) as situações de risco que forem encontradas no ambiente de trabalho. Devem propor melhorias para ajudar a encontrar as soluções necessárias.
Devem ouvir e obedecer as orientações da CIPA no sentido de evitar acidentes de trabalho e o aparecimento de doenças ocupacionais. NR 5.18.

Considerações finais
Todas as atividades da CIPA cursos, reuniões ordinárias, treinamentos, etc. devem ser realizadas dentro do horário de trabalho do funcionário. E se forem realizadas fora do horário de trabalho, o funcionário deverá receber hora extra.
CIPA é o espaço do trabalhador ativo, é o lugar de quem quer fazer a diferença dentro da  empresa, sempre atuando em favor do bem de todos. 
Infelizmente quem faz a CIPA é homem, e homem só pensa em lucro próprio e benefícios, então se a CIPA não gera lucro (não diretamente) as empresas e os empregados não investem nela a atenção que ela merece. Por isso a maioria das CIPA’s não funcionam como deveriam, e se tornam apenas uma bela fachada para cumprir a legislação. 

Glossário:
Estabilidade: Na CIPA seria “o período em que o funcionário não pode ser demitido”. Está estável no emprego.
CLT: Consolidação das Leis do Trabalho.
CAT: Comunicação de Acidente de Trabalho.
SESMT: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.
MTE: Ministério do Trabalho e Emprego.
NR: Norma Regulamentadora.
PPRA: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
PCMSO: Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional.
 Retirado do site:  http://segurancadotrabalhonwn.com/o-que-e-cipa/ em 14/07 as 8:50 hs.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O que é NR

Hoje conhecermos melhor as NR (Normas Regulamentadoras), e faremos isso respondendo a dúvidas que são muito comuns a muitas pessoas.

O que são as NR?

As NR – Normas Regulamentadoras são normas elaboradas pelo Ministério do Trabalho. Foram criadas e devem ser observadas a fim de promover saúde e segurança do trabalho na empresa.
As NR existem também para nos ensinar como cumprir a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e para detalhar a CLT.

As NR se aplicam a quais entidades?

As NR’s (Normas Regulamentadoras), relativas à segurança e saúde ocupacional, são de observância obrigatória para toda a empresa ou instituição que admitem empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso também inclui empresas privadas e públicas que tem funcionários regidos pela CLT, órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como, também os órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário que tem funcionários regidos pela CLT, fonte NR 1 item 1.1.1.

Como surgiram as NR?

As Normas Regulamentadoras foram criadas a partir da lei N° 6.514 de 1977. A lei alterou o Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. As NR’s foram aprovadas pela Portaria N.° 3.214, em 08 de junho de 1978.
As NR’s foram criadas para dar um formato final nas leis de Segurança do Trabalho. Foram feitas em capítulos para facilitar, normatizar e unificar as normas de seguranças brasileiras.
As Normas Regulamentadoras tem força de lei, pois, como vimos, foram criadas pela lei N° 6.514 de 1977.
As Normas Regulamentadoras são alteradas sempre que os formadores da Comissão Tripartite julgam necessário. Mesmo sendo alteradas por Portarias, continuam fazendo parte da mesma Portaria, a Portaria 3.214/78.

Quem elabora as NR

As NR foram elaboradas e são modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo, empregadores e dos  empregados.
As NR só podem ser elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE, e isso acontece sempre que o mesmo sente que algo precisa ser modificado, melhorado ou excluído.
As NR’s são criadas a partir das seguintes necessidades:
– Demandas da sociedade;
– Bancadas de empregadores e trabalhadores;
– Órgãos governamentais;
– Necessidades apontadas pela inspeção do trabalho;
– Compromissos internacionais;
– Estatísticas de acidentes e doenças.

Processo de criação das NR

– Definição de prioridades: Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP).
– Formulação de texto técnico básico: Grupo de Trabalho (GT) ou Grupo de Estudos
Tripartite (GET).
– Consulta pública: publicação no DOU pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).
– Discussão tripartite: Grupo Tripartite de Trabalho (GTT).
– Análise final: CTPP, seguida de revisão pela SIT.
– Publicação: SIT.
– Acompanhamento da implementação: Comissão Nacional Temática Tripartite
(CNTT).
Processo de regulamentação das NR's

elaboração e revisão das NR.

– Fundacentro;
– Ministério da Saúde;
– Ministério da Previdência Social;
– Ministério Público do Trabalho;
– Marinha do Brasil;
– Ministério dos Transportes;
– Ministério das Minas e Energia;
– Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
– Departamento Nacional e Produção Mineral;
– Agências Reguladoras (ANVISA, ANP, ANEEL);
– Outros.

O cumprimento das NR elimina a obrigatoriedade de observação de outras normas?

A observância das Normas Regulamentadoras – NR não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios, e outras, oriundas de convenções e acordos coletivos de trabalho. Fonte NR 1.item 1.2
  
Quais são as Normas Regulamentadoras mais importantes?
Todas são importantes.
Qual é mais importante para sua empresa quem vai definir é o ramo de atividade da empresa. Se minha empresa é um hospital a NR mais importante para ela é a NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde.
Algumas NRs são muito específicas, como é o caso da NR 22 que é Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração.
Cada NR tem sua importância e algumas completam outras.
  

Quantas Normas Regulamentadoras estão em vigor atualmente?

Atualmente estão em vigor 36 NRs (Normas Regulamentadoras), a 27 foi revogada pela Portaria Nº 262, em 29/05/2008, mas, já que continua no site, então está valendo na soma.
  

Como saber quais Normas Regulamentadoras estão atualizadas?

Para saber quais normas estão atualizadas ou sendo atualizadas devemos estar de olho no site do Ministério do Trabalho. No site as normas sempre estão atualizadas. Fazendo isso não precisaremos estar de olho em vários lugares, bastando estar de olho no órgão que as criam.
retirado do site: http://segurancadotrabalhonwn.com/o-que-e-nr/ em 13/07 as 8:32

Hb Metais Serralheria
(55) (11) 2605-0086  |  (55) (11) 2605-7590
Site.:  www.hbmetais.com.br
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sexta-feira, 10 de julho de 2015

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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Ferragens para cabines primarias, Portões, Portas de abrir e correr, Grades (telas e ferro), Portões Basculantes e Articuláveis, Escadas, Corrimão, Guarda Corpos, Estruturas Metálicas, Sacadas

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terça-feira, 7 de julho de 2015

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

O QUE É LINHA DE VIDA

A linha de vida é um equipamento muito importante na segurança de quem trabalha em altura. É um equipamento cuja instalação depende de mão obra extremamente qualificada para que funcione corretamente. Recentemente publicamos aqui no blog um artigo muito interessante com o título Linha de vida – Fuja das gambiarras, vale à pena ler.
Abaixo o vídeo que é o tema do artigo, o vídeo é português e tem muita qualidade de áudio e imagem. 

O que é linha de vida

Linha de vida consiste na instalação de cordas ou fitas ligadas ao cinto de segurança e a ancoragens com o objetivo de permitir que as pessoas trabalhem em altura com segurança.

Linhas de vida definitivas e provisórias
A instalação das linhas de vida antiqueda é uma prática cada vez mais habitual nas empresas e principalmente na construção civil. É indicada para trabalhos em altura onde não existam outros meios de proteção coletiva como, por exemplo, trabalhos de arremate, manutenção de fachadas, trabalhos em telhados, etc.
Segundo as normas atuais as linhas de ancoragem ou linhas de vida são consideradas proteções coletivas uma vez que podem suportar vários trabalhadores ancorados nela ao mesmo tempo.

Tipos de linhas de vida

Existem dois tipos de linhas de vida em função do seu tempo de uso. Temos as temporais que montamos, usamos e desmontamos na fase da obra em que são necessárias. E existem também as fixas que são colocadas e permanecem ao longo da obra.
Todas as linhas de vida devem ter a certificação do fabricante e a certificação da sua instalação. Em alguns casos o próprio fabricante autoriza a instalação do seu material, em outros é contratada uma empresa responsável para tal. A equipe instaladora deverá passar por treinamento de trabalho em altura e em procedimentos de instalação.

Instalação

Devemos tentar que a instalação seja feita sem riscos realizando a montagem antes de retirar as proteções coletivas já montadas, se isso não for possível a empresa deverá disponibilizar aos montadores condições de instalações necessárias tais como plataformas elevatórias, andaimes, etc. Em todos os casos os trabalhadores que realizam instalação de linhas de vida devem ser especialistas, devem estar formados e informados especificamente.

Elementos

Todas as linhas de vida contam no mínimo de dois elementos pontos de ancoragem certificados ou não conforme as normas correspondentes. O tipo de ancoragem irá depender do suporte ao qual será fixado, metal chapa, madeira, etc.
Linhas de ancoragem a base de material têxtil ou de aço seja a forma de cabo ou viga, etc. Formando planos que podem ser horizontais, verticais ou inclinados. No caso das linhas permanentes os seus componentes materiais são feitos para resistirem a passagem do tempo como o aço inoxidável. Durante sua montagem o uso de peças originais e o seguimento das instruções do fabricante são imprescindíveis para a garantia do produto.

Revisões

A revisão da instalação é outra função muito importante, sendo obrigatórias quando o equipamento tiver sido utilizado, ou pelo menos uma vez ao ano no caso de não ter havido incidentes. Essas revisões devem ser realizadas por profissionais qualificados e estar devidamente documentadas.
Como ajuda na questão do uso muitos sistemas possuem marcas de uso que sinalizam se a linha de vida sofreu algum esforço deixando um registro/sinal na própria linha.

Uso da linha de vida

Em todos os sistemas é evidente que o operário que o irá utilizar deverá ter equipamentos de segurança certificado e em correto estado de conservação e corretamente colocado.
A linha de vida deve prever o movimento do trabalhador na sua extensão. Existem equipamentos que permitem a movimentação do trabalhador sem nunca ser necessário desprendê-lo. Nos casos em que tal não seja possível devemos proporcionar ao operário cordas com pontas duplas.
Em posições inclinadas ou verticais tornam-se necessários o uso de equipamentos carrinhos com travamento automático.
Todos os trabalhadores devem estar informados sobre a quantidade máxima de trabalhadores que podem estar conectados a mesma linha de vida, dado fornecido pele fabricante e que nunca se deve superar.
O que é linha de vida
Imagem: vídeo acima
Caso aconteça um acidente em que o trabalhador fique suspenso na linha de vida devemos proceder ao resgate imediatamente. Se o trabalhador tiver perdido a consciência o resgate deve ser ainda mais urgente, a diferença entre a vida e a morte pode estar em poucos minutos.
Repetindo: Todos os trabalhadores que forem trabalhar em linhas de vida devem ter formação e informação para específica para tal.
A escolha do equipamento mais adequado para cada situação juntamente com o uso correto do mesmo são a chave para conseguir um trabalho com o mínimo de risco possível
Retirado do site - http://segurancadotrabalhonwn.com/o-que-e-linha-de-vida/ acesso em 06/07 as 8:39



sexta-feira, 3 de julho de 2015

EPI e sua importância

Todas as atividades profissionais que possam imprimir algum tipo de risco físico para o trabalhador devem ser cumpridas com o auxílio de EPIs – Equipamentos de Proteção Individual, que incluem óculos, protetores auriculares, máscaras, mangotes, capacetes, luvas, botas, cintos de segurança, protetor solar e outros itens de proteção. Esses acessórios são indispensáveis em fábricas e processos industriais em geral.

EPI para garantir a saúde e proteção.

O uso do EPI é fundamental para garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando consequências negativas em casos de acidentes de trabalho. Além disso, o EPI também é usado para garantir que o profissional não será exposto a doenças ocupacionais, que podem comprometer a capacidade de trabalho e de vida dos profissionais durante e depois da fase ativa de trabalho.
Para que uma empresa possa conhecer todos os equipamentos de proteção individual que devem ser fornecidos aos seus funcionários, é necessário elaborar um estudo dos riscos ocupacionais. Esse tipo de trabalho facilita a identificação dos perigosos dentro de uma planta industrial, por exemplo, e ajuda a empresa a reduzi-los ou neutralizá-los.

Importância do EPI

EPI é importante para proteger os profissionais individualmente, reduzindo qualquer tipo de ameaça ou risco para o trabalhador. O uso dos equipamentos de proteção é determinado por uma norma técnica chamada NR 6, que estabelece que os EPIs sejam fornecidos de forma gratuita ao trabalhador para o desempenho de suas funções dentro da empresa.
É obrigação dos supervisores e da empresa garantir que os profissionais façam o uso adequado dos equipamentos de proteção individual. Os EPIs devem ser utilizados durante todo o expediente de trabalho, seguindo todas as determinações da organização.
EPI
No caso de equipamentos perdidos ou danificados, é responsabilidade da empresa substituí-lo imediatamente. O uso adequado e responsável do EPI evita grandes transtornos para o trabalhador e, também, para a empresa, além de garantir que as atividades sejam desempenhadas com mais segurança e eficiência.
Os equipamentos de proteção individual devem ser mantidos em boas condições de uso e precisam ter um Certificado de Aprovação do órgão competente para garantir que estão em conformidade com as determinações do Ministério do Trabalho. Empregados e empregadores devem compreender a importância do uso de equipamentos de proteção no dia a dia da empresa.
Retirado do site: http://www.saudeevida.com.br/importancia-do-uso-de-epi/ - acesso em 03/07 as 16:44 hs.
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